dia dói feito fogo de sol
noite acalma feito água e brisa
me perco em mim
nesse labirinto chamado peito
cheio de reentrâncias,
carências, despeito
cheio de promessas, doçuras, respeito
e viro puta me oferecendo
e volto à virgem me escondendo
queria ser isso mesmo
eu mesma assim
a múltipla
a nômade
a cigana linda
que sempre habitou em mim.
quarta-feira, 1 de abril de 2009
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