(poema sobre a cidade de Bauru por Leandro Fontana)
Enxame vazio
mato alto,
percevejo no limite que se vê
dá dois real aí
vê se tem no seu bolso
do lado de fora
sem camisa
sem casa
sem cara
aqui é lá,
pisa no chão
a mesma história
a mesma terra
Deságua água
pergunta é resposta,
mas pra que tanto parque?
pra colocar no pão
com rosbife, queijo e tomate
roda rotunda
em qual galpão vai parar?
descarrilha,trem de bauru.
quarta-feira, 16 de julho de 2008
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Um comentário:
Ah, Bauru, Bauru. Foi nesta cidade que passei os melhores anos da minha vida (1995 - 1999).
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